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Tinha um amigo que tinha carro, o meu pai também me incentivou para ir, para arriscar. Para me atirar para o chão, primeiro tinha que pôr o joelho, devagar (risos). Nunca descasquei tantas batas na minha vida (risos). Meteu-me na cozinha a descascar batatas (risos), durante o fim de semana. Lembro-me que uma vez em Beja, escapei do quartel à noite para ir ao concerto dos Black Company, que tinham lá ido atuar (risos).
Nessa altura vivia a onde? “Filho despe-te lá quero ver como estás, como tu cresceste” (risos). Ainda me lembro das primeiras frases que ela me disse, depois de me abraçar. Eu sabia que se continuasse a jogar assim poderia saltar para um grande e ser chamado à seleção portuguesa, sabia que isso podia acontecer. Ver aqueles jogadores totalmente diferentes, as técnicas e os treinos diferentes, aquele envolvimento… Essa foi a altura em que começou a sair mais à noite?
No Hotel Real Palácio, o Real Sports Bar é o sítio ideal para quem gosta de desporto e de comer bem. Todos aqueles que acertarem, recebem um voucher de refeição no Este https://tribunasportsbar.pt/ Oeste para duas pessoas. Durante o Mundial, o restaurante vai distribuir cartões, onde os clientes poderão dar o seu palpite quanto ao resultado final do jogo. A festa faz-se ao sabor da nova ementa e, claro, ao sabor de imperiais (€2) ou de canecas (€4) de cerveja bem fresca. Desde a decoração do espaço, recheada de cachecóis e camisolas de jogadores, ao próprio ambiente, pode ser uma boa maneira de ver o Escócia x Portugal fora de casa.
É nessa altura que Luís Filipe Vieira assume o comando do Benfica não é? Às vezes para se jogar num grande, o talento só não chega. Eu vinha do norte e estava habituado a uma outra camaradagem e espírito de grupo… Os jogadores equipavam-se de costas uns para os outros, quase ninguém falava com ninguém.
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Vinha de tão longe e nem sequer me queriam ver treinar? Quando cheguei ao Viana, nem me deixaram treinar. Dormia no carro, lavava-me no café, desenrascava-me (risos).
- Nas bebidas, conte-se com cerveja (a partir €2,50), cocktails (a partir de €6,50) e os vinhos produzidos por ex-jogadores de rugby portugueses (€3).
- Estranhei o frio (risos).
- Eles devem ter pensado que eu era um desbundeiro, um festeiro (risos).
- Meteu-me na cozinha a descascar batatas (risos), durante o fim de semana.
- Na altura tinha um concorrente direto que era o Nenad, um jugoslavo que foi considerado por duas vezes o melhor lateral a jogar em Portugal.
A minha filha entretanto teve um problema num olho. Eu também vinha com um estatuto, vinha do Benfica, mas era outra realidade, outro futebol. Fui encontrar craques, jogadores de outro nível. Nabia o que ela tinha, se era dor, fome, não entendia muito bem (risos). “Vai, mas volta depressa que a menina precisa de comer” foram as palavras dele (risos), como quem diz, tens que vir trabalhar para ganhar dinheiro para ela.
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Vi aquilo tão grande, que na viagem de 10 ou 12 horas de Moçambique para Lisboa, o meu sonho era ser piloto (risos). Quando era criança o que dizia que queria ser? Naquela altura fazia frio a sério, acho que agora não faz tanto frio. Estranhei o frio (risos). Em Moçambique o Costa do Sol era o Benfica da altura, mas as cores são completamente diferentes. Nessa altura já torcia pelo Benfica?
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Clubes franceses, de Espanha, de tal maneira que o Benfica nem acreditava que havia clubes interessados em mim (risos). O Camacho, pela sinceridade e por dar valor a todos os jogadores. Eu sempre fui fã do Belenenses (risos). Na altura o Camacho assume o comando e começa a limpar o balneário.
Só que o meu pai foi embora e entretanto vejo pela primeira vez o Campeonato do Mundo de futebol, em 1986, no México, e começo a ter a noção do que é o futebol. Era pelo hóquei, porque via o meu pai jogar hóquei. Em Moçambique já tinha começado a jogar futebol num clube ou só jogava à bola na rua? As hospedeiras até foram porreiras comigo, vinham perguntar se eu precisava de alguma coisa. Lembro-me de nos intervalos dos jogos, ir para o meio do campo jogar à bola. O meu pai na altura trouxe o meu irmão, que nasceu depois de mim.
Mergulhe em um ambiente aconchegante e desfrute de uma seleção incomparável de cervejas artesanais, uísques irlandeses premium e coquetéis criativos. A equipe atenciosa e prestativa garante uma experiência inesquecível, tornando o Daikiri Lounge Bar o destino ideal para relaxar, revigorar e criar memórias inesquecíveis à beira-mar. Uma pena porque é um local bonito, bons pratos (o pouco que comi), mas definitivamente, um lugar a nao repetir. Depois de umas quantas visitas agradáveis, hoje fomos atendidos por um novo empregado deplorável, mal educado e arrogante.